SEGOV intervém e suspende paralisação prevista no transporte aquaviário

Tenho sido muito transparente com relação ao nosso transporte aquaviário e sei que há muita apreensão quando se trata desse assunto.

Houveram indícios de uma paralisação nos dias 04 e 05 de setembro e, mais uma vez, estou aqui para tranquilizá-los.

Com seriedade, escutamos as reivindicações dos profissionais que atuam na área e estamos mediando o diálogo com as empresas, portanto, qualquer movimentação está SUSPENSA.

É importante saber que estamos fazendo tudo que é possível para garantir uma travessia tranquila, segura e mais confortável. Um compromisso meu, de toda equipe SEGOV, dos colegas que partilham a tarefa de gerir essas operações e, claro, do governador Carlos Brandão.

Lula diz que caso Banco Master deve ser investigado “sem blindagem de ninguém”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (3), que o caso envolvendo o Banco Master precisa ser investigado “sem blindagem de ninguém, doa a quem doer”. Durante a manifestação, Lula classificou o escândalo como “o maior roubo da história do Brasil” e afirmou que milhões de pessoas foram prejudicadas.

O presidente também mencionou as relações do banqueiro Daniel Vorcaro com pessoas poderosas e defendeu que eventuais suspeitas envolvendo políticos e agentes públicos sejam esclarecidas.

A declaração ocorre em meio ao confronto entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça no Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente da Corte, Edson Fachin, determinou que Moraes, Mendonça, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, prestem esclarecimentos sobre a condução das investigações.

Lula também criticou vazamentos seletivos e defendeu transparência nas apurações, afirmando que todos os envolvidos devem ser investigados independentemente de posição ou influência.

Fachin dá cinco dias para Moraes, Mendonça, Gonet e PF explicarem crise no STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, deu cinco dias úteis para que Alexandre de Moraes, André Mendonça, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, prestem esclarecimentos sobre os fatos que provocaram uma divisão dentro da Corte.

Fachin quer informações sobre a atuação da PF, a condução das investigações e o material apreendido com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. O ministro também determinou que sejam esclarecidas questões envolvendo sigilo judicial, acesso a documentos e possíveis irregularidades na condução das apurações.

A medida ocorre após Mendonça retirar o sigilo de um relatório da PF com mensagens e contatos relacionados a Vorcaro e que fazem referências a Moraes. O ministro defendeu que os elementos fossem analisados pelo plenário, enquanto Moraes reagiu pedindo investigação contra Mendonça.

Gonet, por sua vez, questionou a validade da apuração. Agora, Fachin reúne as diferentes versões e deverá definir os próximos passos do caso. As manifestações dos envolvidos poderão indicar se os elementos serão levados ao plenário e como o STF pretende conduzir uma crise que expôs um raro confronto interno na mais alta Corte do país.

Fachin tira de inquérito das fake news pedido de Moraes contra Mendonça

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, retirou do âmbito do inquérito das fake news o pedido feito pelo ministro Alexandre de Moraes para investigar o também ministro André Mendonça.

Fachin determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) e Mendonça se manifestem, no prazo de cinco dias, sobre a solicitação. Com a decisão, os dois casos envolvendo os ministros passam a ser conduzidos pela Presidência do STF.

A decisão ocorre em meio à crise envolvendo o STF e o caso Master. Mendonça havia retirado o sigilo de um relatório da Polícia Federal com mensagens e contatos entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro e sugerido que os elementos fossem analisados pelo plenário da Corte.

Em seguida, Moraes pediu investigação contra Mendonça, citando suspeitas de improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento político. Agora, caberá a Fachin definir os procedimentos que serão adotados e se os casos serão levados ao plenário do Supremo.

Yglésio acusa Felipe Camarão de usar vídeo íntimo para chantageá-lo politicamente

O deputado estadual Yglésio Moyses afirmou que o vice-governador Felipe Camarão (PT) teria utilizado um vídeo antigo, gravado em 2016 durante um período de fragilidade pessoal, como instrumento de pressão política.

Segundo o parlamentar, as imagens, que registram uma situação íntima e familiar, foram usadas para tentar chantageá-lo. O vídeo voltou a circular nos últimos dias, em meio à disputa eleitoral no Maranhão, quando Yglésio se prepara para disputar uma vaga na Câmara Federal.

A acusação ocorre em um momento de forte embate político entre Yglésio e o grupo ligado a Flávio Dino, além da participação do deputado na CPI que investiga denúncias envolvendo Felipe Camarão.

Em julho, como relator da comissão, Yglésio apresentou requerimento que levou à aprovação da quebra dos sigilos bancário e fiscal do vice-governador. Diante da gravidade da denúncia, ficam questionamentos sobre as circunstâncias em que o vídeo teria sido utilizado e se houve, de fato, tentativa de pressão política.

Flávio Bolsonaro anuncia Cidônio e Lahesio Bonfim como candidatos ao Senado no MA

No mesmo dia em que gravou um vídeo em apoio à candidatura de Roberto Rocha (PRTB) ao Governo do Maranhão, o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) anunciou, na noite de quinta-feira (3), os dois nomes que pretende apoiar na disputa pelo Senado no estado.

Além de Cidônio Gonçalves (PL), já anunciado anteriormente, Flávio citou Lahesio Bonfim (Novo) como seu segundo candidato. O anúncio ocorreu durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais.

O movimento chama atenção porque os dois candidatos ao Senado apoiados por Flávio estão em palanques diferentes na disputa pelo Governo do Maranhão.

Cidônio Gonçalves apoia Roberto Rocha, enquanto Lahesio Bonfim declarou apoio a Eduardo Braide (PSD) na corrida pelo Palácio dos Leões. A divisão evidencia o cenário de alianças distintas dentro do mesmo campo político no estado.

Justiça Eleitoral ainda analisa candidaturas de três candidatos ao Governo do Maranhão

A Justiça Eleitoral segue julgando os registros de candidatura para as eleições de 2026. No Maranhão, dos oito candidatos ao Governo do Estado, cinco já tiveram os registros deferidos: André Luís (Missão), Eduardo Braide (PSD), Felipe Camarão (PT), Orleans Brandão (MDB) e Reginaldo Lima (PCB).

Ainda aguardam julgamento pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) os candidatos Roberto Rocha (PRTB), Saulo Arcangeli (PSTU) e Dimas Cassimiro (PCO).

Na disputa pelo Senado, dos 11 candidatos, apenas Weverton Rocha (PDT) e Simplício Araújo (DC) ainda aguardam o julgamento dos registros pelo TRE-MA.

Vale ressaltar que o fato de uma candidatura ainda estar pendente de julgamento não significa que o candidato tenha qualquer problema com a Justiça Eleitoral. A situação indica apenas que o registro ainda não foi analisado e decidido pela Corte Eleitoral.

Falta de profissionais na educação especial vira herança de Eduardo Braide para gestão Esmênia em São Luís

O MPMA – Ministério Público do Maranhão instaurou um Inquérito Civil para apurar a insuficiência de profissionais de apoio à educação especial na Unidade de Educação Básica Cleonice Lopes, no bairro Itapera, na Zona Rural de São Luís.

A situação foi denunciada durante uma Escuta Social realizada em abril e agora passa a ser investigada formalmente. O problema remonta à gestão do ex-prefeito Eduardo Braide, atual candidato ao Governo do Maranhão, e acabou sendo herdado pela atual administração municipal, comandada pela prefeita Esmênia Miranda.

A apuração busca verificar se o Município de São Luís e a Secretaria Municipal de Educação (Semed) estão garantindo profissionais em número suficiente para atender estudantes da educação especial.

A Notícia de Fato que deu origem ao procedimento teve o prazo encerrado sem a conclusão das medidas necessárias, levando o MPMA a transformar o caso em Inquérito Civil. Caberá agora à gestão Esmênia dar respostas sobre a situação e demonstrar quais providências estão sendo adotadas para garantir o atendimento adequado aos alunos.

André Mendonça ouve Daniel Vorcaro sem presença de investigadores da PF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, por meio de um juiz auxiliar de seu gabinete, ouviu na semana passada o empresário Daniel Vorcaro.

O depoimento chamou atenção no meio jurídico por ter sido realizado sem a presença de integrantes da Polícia Federal (PF), que participa das investigações envolvendo o empresário.

O conteúdo da oitiva ainda não foi divulgado integralmente e permanece sob sigilo.

O procedimento também levantou questionamentos sobre a dinâmica da coleta de provas em investigações conduzidas no STF e sobre a atuação conjunta entre o Judiciário e os órgãos responsáveis pela apuração dos fatos. Novas informações devem surgir com o avanço do processo.

Áudios revelam pedido de ajuda de Nikolas Ferreira a Daniel Vorcaro

Mensagens reveladas nesta quarta-feira (3) mostram que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) manteve contato com Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master. Em um áudio enviado pelo WhatsApp em março de 2025, o parlamentar teria recorrido ao banqueiro para pedir ajuda em favor de um amigo e advogado ligado ao seu gabinete.

Segundo as informações divulgadas pelo UOL, o pedido estaria relacionado a um ativo minerário que permanecia pendente na empresa. Em outro áudio, Nikolas teria chamado Vorcaro de “lindão” ao tratar da solicitação.

O conteúdo das mensagens ganha repercussão em meio às investigações que envolvem Vorcaro e autoridades públicas. O contato entre o deputado e o banqueiro é apresentado agora enquanto Nikolas tem adotado uma postura de forte cobrança sobre as relações de Vorcaro com integrantes do STF e outras autoridades.

As mensagens, por si só, não indicam irregularidade no pedido feito pelo deputado, e o conteúdo e o contexto das conversas precisam ser avaliados integralmente para determinar se houve qualquer conduta ilícita.