Pesquisa Quaest aponta Lula na liderança em todos os cenários para 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera todos os cenários de primeiro turno caso as eleições presidenciais fossem realizadas hoje, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14).

De acordo com o levantamento, Lula aparece com intenções de voto que variam entre 36% e 39%, a depender dos adversários testados. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ocupa a segunda colocação em todos os cenários em que foi incluído, com percentuais entre 23% e 32%.

A pesquisa simulou sete cenários eleitorais estimulados, incluindo possíveis candidaturas de governadores de direita como Tarcísio de Freitas (SP), Ronaldo Caiado (GO), Romeu Zema (MG) e Ratinho Jr. (PR). No único cenário sem Flávio Bolsonaro, Lula alcança 39% contra 27% de Tarcísio.

O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre os dias 8 e 11 de janeiro, tem margem de erro de dois pontos percentuais e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00835/2026.

Justiça Eleitoral ainda não registra pesquisas sobre eleições de 2026 no Maranhão

Desde 1º de janeiro de 2026, por se tratar de ano eleitoral, todas as pesquisas de opinião pública relacionadas às eleições gerais precisam, obrigatoriamente, ser registradas na Justiça Eleitoral com antecedência mínima de cinco dias antes da divulgação.

A exigência tem como objetivo garantir transparência, fiscalização e segurança jurídica ao processo eleitoral, evitando a circulação de levantamentos irregulares que possam influenciar o eleitorado.

Passados dez dias do início da vigência da regra, apenas quatro pesquisas foram oficialmente registradas em todo o país, sendo duas de abrangência nacional, uma no estado de Goiás e outra no Rio Grande do Norte. Até o momento, nenhuma pesquisa foi registrada para avaliar o cenário eleitoral no Maranhão.

A legislação prevê multa que pode variar de R$ 53.205,00 a R$ 106.410,00 para quem divulgar pesquisa eleitoral sem o devido registro prévio na Justiça Eleitoral.

Justiça Eleitoral exige registro prévio de pesquisas sobre as Eleições 2026

Desde a última quinta-feira (1º de janeiro), todas as entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relacionadas às Eleições Gerais de 2026 ou a possíveis candidatas e candidatos passaram a ser obrigadas a registrar os levantamentos junto à Justiça Eleitoral, mesmo que os resultados não sejam divulgados.

A exigência está prevista no artigo 33 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e determina que o cadastro seja feito até cinco dias antes da divulgação, com informações detalhadas sobre contratante, custos, metodologia, período de realização, plano amostral, margem de erro e intervalo de confiança.

O registro deve ser realizado exclusivamente de forma eletrônica, por meio do Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle), e os dados ficam disponíveis ao público por 30 dias.

A Justiça Eleitoral destaca que não faz controle prévio nem avalia os resultados das pesquisas, atuando apenas quando provocada. A divulgação de pesquisas sem registro pode resultar em multas que variam de 50 mil a 100 mil UFIRs, enquanto a divulgação de pesquisa fraudulenta é considerada crime, com pena de detenção e multa. Durante o período oficial de campanha, também é proibida a realização de enquetes eleitorais.

Pesquisa aponta Lula na liderança e Flávio Bolsonaro em segundo lugar 

O primeiro levantamento divulgado sobre as eleições presidenciais de 2026, após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) indicar o filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL), como pré-candidato, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando os cenários de primeiro e segundo turnos.

Segundo a Pesquisa Quaest, o governo Lula é desaprovado por 49% dos eleitores e aprovado por 48%. Ainda assim, o petista mantém a dianteira nas simulações, embora não consiga garantir a reeleição em turno único em nenhum dos cenários com maior número de candidatos.

A principal novidade do levantamento é o desempenho de Flávio Bolsonaro, que aparece na segunda colocação em todos os cenários de primeiro turno.

Em uma eventual disputa de segundo turno, a diferença de 10 pontos percentuais entre Flávio e Lula é a mesma registrada entre o presidente e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 11 e 14 de dezembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Brasileiros rejeitam candidatura de Lula e Bolsonaro em 2026, aponta Genial/Quaest

A nova pesquisa Genial/Quaest revela que a maior parte dos eleitores não quer Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem Jair Bolsonaro (PL) na disputa presidencial de 2026.

Segundo o levantamento, 59% dos brasileiros defendem que Lula não concorra à reeleição, percentual que subiu três pontos em relação ao mês anterior.

No caso de Bolsonaro, mesmo com uma leve redução, 67% dos entrevistados preferem que o ex-presidente fique fora da disputa no próximo ano.

Realizada entre 6 e 9 de novembro, a pesquisa ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais, em entrevistas presenciais, e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

Os dados reforçam a percepção de desgaste das duas principais lideranças políticas do país e indicam que o eleitorado deseja superar a polarização que marca a política brasileira.

Para a maioria, novos nomes deveriam protagonizar a corrida presidencial de 2026.

Pesquisa Genial/Quaest mostra Lula na liderança para 2026, mas com queda nas intenções de voto no 2º turno

A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (13), aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança das intenções de voto para as eleições presidenciais de 2026, embora tenha apresentado queda nos cenários de segundo turno, o que indica um ambiente eleitoral mais competitivo.

No principal cenário, Lula aparece com 32%, seguido por Jair Bolsonaro (PL), que mesmo inelegível, registra 27%. Ciro Gomes (PSDB) e Ratinho Júnior (PSD) aparecem com 8% e 7%, respectivamente, enquanto 12% votariam em branco ou nulo e 6% não souberam responder.

Nos cenários de segundo turno, o petista ainda lidera, mas com margens menores. Contra Bolsonaro, Lula tem 42%, e o ex-presidente 39%, caracterizando um empate técnico dentro da margem de erro.

Em disputas com Ciro Gomes, Lula marca 38% a 33%, e contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), 41% a 36%. A diferença entre Lula e Tarcísio caiu de 12 para 5 pontos em um mês, segundo o levantamento, realizado entre 6 e 9 de novembro com 2.004 entrevistados e margem de erro de dois pontos percentuais.

Os números reforçam a liderança de Lula, mas também evidenciam o desgaste e a necessidade de novas estratégias políticas para consolidar sua base eleitoral até 2026.

Pesquisa aponta empate técnico entre Orleans Brandão e Braide

O Instituto Nacional de Opinião Pública (Inop Previsão) divulgou nesta terça-feira (12) uma pesquisa de intenção de voto para o Governo do Maranhão que revela empate técnico entre o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), e o secretário estadual de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB).

No principal cenário estimulado, Braide aparece com 33,89% das intenções de voto, enquanto Orleans registra 30,17%. Em terceiro lugar está o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), com 15,23%. O vice-governador Felipe Camarão (PT) soma 9,33%. Outros 7,53% dos entrevistados não souberam ou não responderam, e 3,85% afirmaram que não pretendem votar em nenhum dos nomes apresentados.

Pesquisa indica que 62% dos brasileiros não querem Lula candidato à reeleição

Uma pesquisa realizada pelo Ipsos-Ipec aponta que 62% dos brasileiros acreditam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não deveria concorrer à reeleição.

O levantamento, feito entre 1º e 5 de agosto com 2.000 entrevistados em 132 cidades do país, revela que, em um cenário sem Lula, os nomes de Fernando Haddad (19%) e Geraldo Alckmin (17%) despontam como principais substitutos, seguidos por Camilo Santana (7%) e Flávio Dino (6%). Além disso, 17% não souberam ou não quiseram responder, enquanto parte significativa optou por “nenhum desses nomes”.

Entre os eleitores que votaram em Lula, 30% defendem que ele não busque um novo mandato. A resistência é ainda maior entre os brasileiros que ganham até um salário mínimo, dos quais 47% se posicionam contra a reeleição.

Justiça Eleitoral cassa mandato de vereador eleito em Cantanhede por compra de votos

A Justiça Eleitoral cassou o diploma de José Raimundo Amaral de Barros, o Raimundinho do Cidinho, eleito vereador de Cantanhede nas eleições de 2024, após acolher Representação Especial do Ministério Público Eleitoral.

A decisão teve como base a prática de captação ilícita de sufrágio, configurando compra de votos, conforme o artigo 41-A da Lei nº 9.504/97. Com a cassação, os votos obtidos por Raimundinho foram anulados, e a Secretaria Judicial realizará o recálculo do quociente eleitoral e partidário para redistribuição da vaga na Câmara Municipal.

Além da perda do mandato, o ex-vereador foi condenado ao pagamento de multa de 25 mil UFIR, e o aliado político Renildo Ferreira Rocha, o Ronaldo Colibri, também recebeu multa de 20 mil UFIR. Ambos foram declarados inelegíveis por oito anos, com base na Lei Complementar nº 64/90.

O promotor Márcio Antônio Alves de Oliveira, responsável pela investigação, ressaltou que a atuação firme do Ministério Público visa proteger a integridade do processo eleitoral.

Deputado defende que Eduardo Braide não dispute o governo em 2026

O deputado estadual Antonio Pereira (PSB) afirmou, nesta quarta-feira (9), que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), não deve ser candidato ao Governo do Maranhão nas eleições de 2026.

Segundo o parlamentar, Braide foi eleito para administrar a capital até 2028 e deve cumprir integralmente o mandato.

Embora o prefeito ainda não tenha se pronunciado oficialmente sobre a possibilidade de concorrer ao cargo estadual, analistas políticos apontam que ele tem dado sinais de que não pretende entrar na disputa.

Para Antonio Pereira, ao permanecer na prefeitura, Braide adotaria a postura mais correta diante do compromisso assumido com os eleitores da capital maranhense.