
O cenário de alianças para a eleição presidencial no Maranhão ainda está longe de ganhar contornos definitivos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que buscará a reeleição pelo Partido dos Trabalhadores (PT), ainda não sabe em qual palanque pedirá votos no estado.
A indefinição ocorre porque o campo governista local está dividido entre o vice-governador Felipe Camarão, pré-candidato do PT ao governo estadual, e Orleans Brandão, nome apoiado pelo governador Carlos Brandão para disputar o Palácio dos Leões. Apesar de liderar as intenções de voto no estado, Lula ainda terá que decidir qual candidatura apoiará, decisão que deve ocorrer após o período da janela partidária e da desincompatibilização.
Do outro lado do espectro político, o senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), também busca consolidar um palanque no Maranhão alinhado ao discurso da direita. Entre as possibilidades estão o ex-prefeito Lahesio Bonfim, ligado ao Partido Novo, que aguarda definições sobre uma eventual candidatura presidencial do governador mineiro Romeu Zema, além da articulação do senador Roberto Rocha, aliado do bolsonarismo.
Paralelamente, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, do Partido Social Democrático (PSD), pode montar um palanque próprio caso dispute o governo estadual, enquanto o professor maranhense Hertz Dias, candidato do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) à Presidência, já conta com apoio da militância da legenda no estado.







