Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenário de 2º turno

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) indica um cenário de empate técnico entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições de 2026.

De acordo com o levantamento, Flávio aparece com 42% das intenções de voto, enquanto Lula registra 40%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. É a primeira vez na série histórica da pesquisa que o senador ultrapassa numericamente o atual presidente.

Os dados mostram uma redução gradual da vantagem de Lula ao longo dos últimos meses. Em dezembro, o petista tinha dez pontos de frente, diferença que caiu para sete em janeiro, cinco em fevereiro e chegou ao empate em março, quando ambos marcaram 41%. Agora, em abril, Flávio Bolsonaro abre dois pontos de vantagem.

A pesquisa, encomendada pela Genial Investimentos, ouviu 2.004 pessoas entre os dias 9 e 13 de abril, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-09285/2026.

Pesquisa aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em cenário de 2º turno

Levantamento do instituto Futura/Apex divulgado nesta terça-feira (14) indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) venceria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo os dados, Flávio aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Lula registra 42,6%, apontando vantagem do parlamentar no cenário simulado.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores em todo o país entre os dias 7 e 11 de abril, por meio de entrevistas telefônicas assistidas por computador.

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-08282/2026.

Ministros do STF veem Lula em “modo campanha” após distanciamento público da Corte

Ministros do Supremo Tribunal Federal avaliam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou uma postura de distanciamento público da Corte no caso envolvendo o Banco Master como parte de uma estratégia política.

Nos bastidores do tribunal, a leitura é que o movimento busca reduzir desgaste eleitoral e evitar a associação direta entre o governo e o Judiciário. A avaliação ganhou força após entrevista em que Lula afirmou ter aconselhado o ministro Alexandre de Moraes sobre o impacto do caso na imagem da Corte.

Segundo relatos de ministros, a estratégia não foi bem recebida dentro do tribunal. Integrantes do STF avaliam que a postura pode gerar ruídos institucionais entre os Poderes e aumentar a tensão na relação entre Executivo e Judiciário.

Para parte da Corte, o gesto é interpretado como um movimento político em meio ao cenário eleitoral, reforçando a percepção de que o presidente já atua em lógica de campanha.

Pesquisa aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenário eleitoral

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 40,4% das intenções de voto em um cenário estimulado de primeiro turno, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 37%, segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Ideia em parceria com o Meio nesta quarta-feira (8).

Considerando a margem de erro de 2,5 pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados. Em um eventual segundo turno, o equilíbrio permanece: Flávio Bolsonaro aparece com 45,8% das intenções de voto, enquanto Lula tem 45,5%, configurando novo empate técnico.

O levantamento também testou outros nomes na disputa presidencial. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparece com 6,5%, seguido por Renan Santos (Missão) e pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), ambos com 3%. Indecisos somam 8,5% e brancos ou nulos representam 1%.

A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 3 e 7 de abril, tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00605/2026-BRASIL.

Lula lidera disputa presidencial, mas Flávio Bolsonaro aparece próximo, aponta pesquisa

A corrida presidencial de 2026 segue marcada pela polarização entre o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). De acordo com levantamento nacional do Instituto Paraná Pesquisas, registrado sob o nº BR-00873/2026, Lula aparece na liderança no cenário estimulado com 41,3% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 37,8%.

Outros nomes aparecem bem atrás, como Ronaldo Caiado (3,6%), Romeu Zema (3,0%), Renan Santos (1,2%) e Aldo Rebelo (1,1%). Os números indicam crescimento de Lula e de Flávio Bolsonaro em relação a outubro de 2025, quando o presidente tinha 37,6% e o senador aparecia com 19,2%.

Na simulação de segundo turno, o cenário mostra forte equilíbrio entre os dois principais nomes da disputa. Flávio Bolsonaro aparece com 45,2% das intenções de voto, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva registra 44,1%, configurando empate técnico dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

O levantamento também aponta que 53,3% dos entrevistados afirmam que Lula não merece ser reeleito, enquanto 43,7% defendem a continuidade do atual mandato. A pesquisa ouviu 2.080 eleitores em 158 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal entre os dias 25 e 28 de março, com nível de confiança de 95%.

Pesquisa aponta maior desaprovação de Lula entre jovens

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (25) pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg mostra que a maior taxa de desaprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva está entre os mais jovens.

De acordo com a pesquisa, 72,7% das pessoas entre 16 e 24 anos disseram desaprovar o governo, enquanto 26,7% afirmaram aprovar a gestão e 0,6% não souberam responder. No cenário geral, a desaprovação ao presidente alcança 53,5%, índice que se aproxima do maior patamar registrado pelo levantamento desde janeiro de 2024.

O estudo também indica que a rejeição ao presidente é elevada em outras faixas etárias, com 62,1% de desaprovação entre pessoas de 25 a 34 anos e 52,3% entre aquelas de 35 a 44 anos. Entre os entrevistados de 45 a 59 anos, a aprovação chega a 56%, sendo a única faixa em que supera a desaprovação.

A pesquisa ainda questionou qual cenário preocupa mais os entrevistados: a reeleição de Lula, a eleição de Flávio Bolsonaro ou ambos. Entre os jovens de 16 a 24 anos, 48,3% disseram temer mais a reeleição de Lula, enquanto 25,6% apontaram a possível eleição do senador como principal preocupação.

Deputado apresenta pedido de impeachment contra Flávio Dino 

O líder da oposição na Câmara dos Deputados, Cabo Gilberto Silva (PL), apresentou ao Senado Federal do Brasil um pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino.

A iniciativa ocorre após decisão do magistrado que suspendeu a quebra de sigilos bancário e fiscal determinada pela CPMI do INSS no âmbito das investigações sobre possíveis irregularidades em benefícios previdenciários.

Segundo a representação apresentada pelo parlamentar, a decisão do ministro barrou deliberações aprovadas pela comissão em fevereiro de 2026, incluindo o acesso a dados financeiros de investigados, entre eles o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

No documento enviado ao Senado, Cabo Gilberto sustenta que a medida teria prejudicado o andamento das apurações ao exigir nova deliberação individualizada para autorizar quebras de sigilo, o que, segundo ele, comprometeria a dinâmica e a eficiência das investigações conduzidas pela comissão parlamentar.

Decisão de Flávio Dino no STF provoca reação de procuradores 

A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a aposentadoria compulsória de magistrados passou a influenciar o debate no Congresso Nacional e provocou reação de integrantes do Ministério Público.

Ao analisar um caso envolvendo um juiz, Dino considerou inconstitucional a aplicação da aposentadoria compulsória como punição disciplinar e defendeu que faltas graves devem levar à perda do cargo. Mesmo sendo uma decisão específica, o entendimento acabou impulsionando discussões sobre mudanças na legislação que trata do tema.

A posição do ministro gerou críticas da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), que questiona emendas incluídas no parecer da senadora Eliziane Gama no Senado Federal do Brasil. Segundo a entidade, algumas alterações podem permitir a perda do cargo sem decisão judicial definitiva, o que hoje é considerado uma garantia constitucional ligada à vitaliciedade de magistrados e membros do Ministério Público.

A análise da proposta na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal foi adiada após pedido de vista do senador Sergio Moro, enquanto representantes da associação articulam com parlamentares ajustes no texto para preservar a exigência de decisão final da Justiça antes de eventual demissão.

Disputa presidencial ainda deixa indefinidos os palanques políticos no Maranhão

O cenário de alianças para a eleição presidencial no Maranhão ainda está longe de ganhar contornos definitivos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que buscará a reeleição pelo Partido dos Trabalhadores (PT), ainda não sabe em qual palanque pedirá votos no estado.

A indefinição ocorre porque o campo governista local está dividido entre o vice-governador Felipe Camarão, pré-candidato do PT ao governo estadual, e Orleans Brandão, nome apoiado pelo governador Carlos Brandão para disputar o Palácio dos Leões. Apesar de liderar as intenções de voto no estado, Lula ainda terá que decidir qual candidatura apoiará, decisão que deve ocorrer após o período da janela partidária e da desincompatibilização.

Do outro lado do espectro político, o senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), também busca consolidar um palanque no Maranhão alinhado ao discurso da direita. Entre as possibilidades estão o ex-prefeito Lahesio Bonfim, ligado ao Partido Novo, que aguarda definições sobre uma eventual candidatura presidencial do governador mineiro Romeu Zema, além da articulação do senador Roberto Rocha, aliado do bolsonarismo.

Paralelamente, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, do Partido Social Democrático (PSD), pode montar um palanque próprio caso dispute o governo estadual, enquanto o professor maranhense Hertz Dias, candidato do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) à Presidência, já conta com apoio da militância da legenda no estado.

Flávio Dino defende atuação do STF e afirma que Corte “acerta mais do que erra”

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, saiu em defesa da integridade e do papel institucional da Corte durante sessão da Primeira Turma realizada nesta terça-feira (10).

Em meio a um momento de forte pressão sobre o tribunal, Dino afirmou que, apesar de possíveis falhas por se tratar de uma “instituição humana”, o saldo das decisões do Supremo é majoritariamente positivo. “Esse Supremo que erra, erra como instituição humana, mas também acerta muito, acerta mais do que erra”, declarou o ministro.

A manifestação ocorreu durante o início do julgamento de três deputados federais filiados ao Partido Liberal, acusados de desvio de emendas parlamentares. Ao comentar as sustentações orais das defesas, Dino também refletiu sobre o atual clima político no país e afirmou que o Brasil atravessa um período de “perda de equilíbrio” no papel das instituições.

A declaração ocorre em meio a críticas recentes ao STF após a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, caso que também gerou questionamentos envolvendo os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Nos bastidores, a fala de Dino é interpretada como uma tentativa de reforçar a defesa institucional da Corte diante do cenário de desgaste.