Pesquisa Inop aponta liderança de Brandão e Roseana para o Senado em 2026

A pesquisa do Instituto Inop sobre a corrida ao Senado em 2026, divulgada pelo Imirante.com, mostrou que tanto o governador Carlos Brandão (PSB) quanto a deputada federal Roseana Sarney (MDB) lideram a disputa nos dois cenários testados.

No primeiro, com Brandão incluído, ele aparece com 35,68% das intenções de voto, seguido por Weverton Rocha (PDT) com 11%, André Fufuca (PP) com 8,98% e Eliziane Gama (PSD) com 8,59%.

No segundo cenário, Roseana surge com 26,85%, enquanto Weverton (9,78%) e Roberto Rocha (9,7%) aparecem empatados, com Eliziane (7,68%) e Fufuca (7,41%) logo atrás.

Os números revelam que, apesar de já ter declarado que permanecerá no governo até o fim do mandato, Brandão mantém forte potencial para disputar uma vaga no Senado, caso haja mudança de planos.

Por outro lado, Roseana mostra viabilidade eleitoral para retornar ao cargo. A segunda vaga, porém, segue indefinida, com Weverton, Fufuca e Eliziane praticamente empatados.

A pesquisa, que ouviu 2.618 eleitores em 54 municípios entre os dias 15 e 23 de setembro, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais, deixou de incluir o ex-prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo (Mobiliza), que já articula apoios pelo estado e poderia alterar o quadro da disputa.

Hilton Gonçalo desponta como nome competitivo ao Senado

O médico e prefeito de Santa Rita, Dr. Hilton Gonçalo, vem se consolidando como um dos nomes mais competitivos para a disputa ao Senado em 2026.

Segundo a mais recente pesquisa do Instituto EPO, ele aparece com 7,5% das intenções de voto como primeira opção e 9,2% como segunda — desempenho que o coloca em empate técnico com os principais pré-candidatos, quando considerada a margem de erro de 1,96%.

O cenário ganha ainda mais relevância com a possível saída da ex-governadora Roseana Sarney da corrida, que hoje lidera com 30,1% na primeira escolha.

Sem Roseana no páreo, a disputa se equilibra entre nomes como Weverton Rocha (17,1% e 14,8%), André Fufuca (13% e 9,8%) e Eliziane Gama (10,5% e 10,8%), permitindo que Hilton Gonçalo ganhe espaço com sua atuação destacada no interior do Maranhão, especialmente nas áreas de saúde, infraestrutura e habitação.

A pesquisa também revela um número expressivo de eleitores indecisos, nulos ou que rejeitam as opções tradicionais, abrindo margem para o avanço de candidaturas alternativas como a de Hilton.

O levantamento foi registrado sob os números 8618 e 8532 no CONRE e segue os critérios da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP).

Data M: Brandão lidera corrida pelo Senado; Weverton e Fufuca aparecem empatados

Levantamento do Instituto Data M divulgado neste domingo (19) aponta o ex-governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), na liderança da disputa pelo Senado Federal em 2026. Segundo os dados, Brandão aparece com 22,7% das intenções de voto.

Em segundo lugar, com margem de diferença dentro da margem de erro, está o senador Weverton Rocha (PDT), que soma 20,5%. Logo atrás, o ministro do Esporte, André Fufuca (PP), aparece com 18,5%. A senadora Eliziane Gama (PSD), que busca a reeleição, tem 15,3%.

A pesquisa indica um cenário de equilíbrio entre os principais nomes da corrida, com três candidatos tecnicamente empatados. O levantamento foi encomendado pelo site Marrapá e, embora os demais dados metodológicos não tenham sido divulgados na publicação, o cenário já provoca movimentações nos bastidores da política estadual.

A disputa pelo Senado em 2026 promete ser uma das mais competitivas no Maranhão, reunindo figuras de peso e com forte presença eleitoral nos últimos anos.

Carlos Brandão lidera corrida ao Senado no Maranhão

O Instituto Vox Brasil divulgou, no último fim de semana, pesquisa sobre a disputa pelas duas vagas ao Senado no Maranhão nas eleições de 2026. O governador Carlos Brandão (PSB), que ainda não definiu se deixará o cargo para concorrer, lidera a preferência dos eleitores com cerca de 27%.

A principal surpresa do levantamento foi o deputado federal Aluisio Mendes (Republicanos), que, mesmo sem ter confirmado intenção de disputar o Senado, apareceu na segunda colocação com quase 17% das intenções de voto. O senador Weverton Rocha (PDT) também figura entre os mais citados, com 16,19%.

O levantamento foi realizado entre os dias 12 e 17 de abril, em 31 municípios maranhenses, e ouviu 1.050 eleitores. A margem de erro é de 4,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Brandão tem recebido estímulos de prefeitos para ser candidato ao Senado

O governador Carlos Brandão (PSB) caminha para uma situação em que dificilmente deixará de ser candidato a senador. Por onde passa, ele já começa a ouvir manifestações isoladas, mas expressivas, que o apontam como um nome forte para a Câmara Alta.

O ponto mais relevante desse movimento vem dos prefeitos com os quais mantém diálogo, seja em encontros informais, eventos oficiais ou audiências. A grande maioria dos gestores municipais tem afirmado que, caso ele decida disputar o Senado, contará com o apoio deles.

Brandão amadurece visivelmente o projeto de disputar uma cadeira no Senado, caminho natural para governadores bem-sucedidos. Inicialmente, ele chegou a considerar a permanência no cargo até o fim do mandato, devido a divergências dentro da própria base.

No entanto, nas últimas semanas, mesmo sem declarações públicas, o governador tem emitido sinais claros de que sua trajetória deve levá-lo a uma chapa encabeçada pelo vice-governador na disputa pelo Governo do Estado, enquanto ele busca um mandato no Senado. O apoio maciço dos prefeitos tem sido um fator determinante para essa mudança de postura.

Brandão desponta como favorito na disputa pelo Senado em 2026

A movimentação política no Maranhão indica que a eleição para o Senado em 2026 será uma das mais disputadas dos últimos tempos, especialmente se o governador Carlos Brandão (PSB) decidir concorrer.

Caso renuncie ao cargo em abril do próximo ano, ele entrará na corrida como favorito, tornando a disputa ainda mais intensa entre os atuais senadores Eliziane Gama (PSD) e Weverton Rocha (PDT), além de outros nomes como o ministro do Esporte, André Fufuca (PP). Por outro lado, se optar por permanecer no governo até o fim do mandato, Brandão poderá apoiar dois candidatos ao Senado, moldando o cenário eleitoral de forma decisiva.

Nos bastidores, há expectativa de que o governador defina sua posição até outubro deste ano, um ano antes da eleição, o que também influenciará sua sucessão no governo estadual. Sua força política, sustentada por uma gestão bem avaliada e pelo apoio de prefeitos e lideranças municipais, faz com que seu posicionamento seja determinante na formação de alianças.

Enquanto isso, os demais pré-candidatos acompanham atentamente seus movimentos, aguardando a definição que poderá redesenhar a corrida pelo Senado no Maranhão.

Omar Aziz detona relatório apresentado por Weverton Rocha no Senado Federal

Durante um debate acalorado no Senado Federal sobre o Projeto de Lei [4.015/2023], que propõe garantias de proteção pessoal a membros do Poder Judiciário e do Ministério Público, o senador Weverton Rocha (PDT), relator do projeto, se viu no centro de uma polêmica.

O projeto, de autoria do Senador Sergio Moro, visa oferecer medidas de segurança ampliadas a juízes, desembargadores, promotores e procuradores, além de aumentar as penalidades para crimes cometidos contra eles em decorrência de sua função.

Entretanto, o relatório apresentado por Weverton Rocha foi alvo de críticas contundentes do senador Omar Aziz, que expressou sua discordância em relação às propostas do relator. Aziz questionou a viabilidade financeira e logística da implementação das medidas propostas, destacando a falta de contingente policial tanto na Polícia Civil quanto na Polícia Militar para arcar com essa demanda.

“Quem vai pagar por isso? De onde virá o financiamento? Temos recursos suficientes tanto na Polícia Civil quanto na Polícia Militar para cobrir todas essas despesas que Vossa Excelência está propondo? A população já não tem segurança pública adequada, e agora estamos direcionando recursos para isso. Precisamos saber de onde virá o dinheiro, quem arcará com esses custos e como será feito. Segurança pessoal não é o mesmo que o trabalho da polícia no combate ao crime. Requer especialistas. Não é qualquer um que está preparado. Sou completamente contra essa proposta”, enfatizou Aziz.

Governo retira desoneração da folha de Medida Provisória

O governo voltou atrás e desistiu de tirar da Medida Provisória (MP) 1.202/2023 o trecho que estabelece a reoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia. A informação foi confirmada pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em coletiva nesta quarta (21).

“Em relação a desoneração da folha de pagamentos, a construção política está feita no sentido de que eventuais alterações no programa não se darão por medida provisória. O governo já concordou com essa premissa. Nós ajustamos isso e em breve o governo deve anunciar a medida tomada para poder retirar da MP o estabelecimento dessas alterações na desoneração da folha de pagamentos”, disse Pacheco.

O senador também levantou a possibilidade de que o governo apresente um projeto de lei para tratar do assunto. Ele ressaltou, entretanto, que essa matéria não terá eficácia imediata. “Eventualmente o governo poderá propor alterações, mas o fará por projeto de lei sem eficácia imediata.”

Pacheco esteve reunido na tarde desta quarta com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Participaram os líderes do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e no Congresso, Randolfe Rodrigues (AP).

MP da reoneração

A medida provisória que reestabelece a tributação sobre a folha de pagamento de 17 setores da economia foi remetida pelo governo ao Congresso no final do ano passado.

O texto contrariava uma decisão do legislativo que derrubou o veto do presidente Lula ao projeto de lei estendendo o benefício até 2027.

Na prática, os setores desonerados pagam alíquotas de até 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% de contribuição sobre a folha de salários para a Previdência Social.

Setores beneficiados

Os setores beneficiados com a desoneração da folha de pagamentos são: confecção e vestuário, calçados, construção civil, call center, comunicação, empresas de construção e obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, tecnologia da informação (TI), tecnologia de comunicação, projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário, coletivo e transporte rodoviário de cargas.

Senadores e deputados só retornam ao Congresso na semana que vem

Se a maioria dos brasileiros voltaram aos seus respectivos postos de trabalho na Quarta-feira de Cinzas (14), os senadores e deputados federais só devem retornar ao Congresso Nacional na semana que vem.

A agenda tanto do Senado quanto da Câmara Federal só prevê atividades para segunda-feira (19). Desta forma, os congressistas acabam ganhando uma folga de quase dez dias.

No Senado, os trabalhos serão retomados com uma sessão às 14h, no dia 19 de fevereiro. Inclusive já existem três senadores inscritos para utilizar a Tribuna, entre eles o maranhense Flávio Dino (PSB), que estará na sua semana de “despedida” da política partidária.

Já na Câmara Federal, a tendência, é que a primeira sessão pós-Carnaval ocorra somente na terça-feira (20).

Senadores devem votar projeto que extingue saidinhas temporárias para presos condenados

Após o término do Carnaval, uma importante pauta aguarda votação no Senado Federal na próxima semana: o projeto de lei que visa acabar com as saidinhas temporárias para presos condenados. O PL, que tramita há algum tempo no Congresso Nacional, ganhou destaque e prioridade após um trágico incidente no início deste ano em Belo Horizonte-MG, onde um policial militar foi assassinado por um detento que não retornou ao presídio após usufruir do benefício da Saída Temporária.

Na semana passada, foi aprovada a urgência de análise em plenário, dispensando a necessidade de discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Houve também alteração no texto em relação ao que foi aprovado na Câmara Federal, o que demanda uma reanálise por parte dos deputados antes da sanção presidencial.

O relator da proposta é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que acatou uma emenda do senador Sergio Moro (União Brasil-PR). A emenda propõe a manutenção da saída temporária de presos apenas nos casos de cursos supletivos profissionalizantes, de instrução do ensino médio ou superior.

Entretanto, o Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se contra o projeto que extingue o benefício do saidão. Segundo o MPF, o texto do projeto é “flagrantemente inconstitucional” e a legislação atual prevê até cinco saídas por ano, sem vigilância direta, para visitas às famílias, o que é considerado importante para garantir a ressocialização dos detentos.