
A desembargadora Maria da Graça Amorim, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), decidiu manter, nesta segunda-feira (12), as prisões preventivas e as medidas cautelares impostas a todos os investigados por corrupção no município de Turilândia.
A decisão contrariou parecer da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), que, em manifestação apresentada no sábado (11), havia se posicionado pela soltura dos alvos da Operação Tântalo II.
O pedido do Ministério Público acabou desencadeando uma crise institucional, culminando em um pedido coletivo de exoneração dos promotores que integram o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), responsável pela investigação.
Com o despacho desta segunda-feira, permanecem presos o prefeito de Turilândia, Paulo Curió (União), e a vice-prefeita Tanya Mendes (PRD), assim como os afastamentos de ambos dos cargos.
A administração do município segue sob responsabilidade do presidente da Câmara Municipal, José Luís Araújo Diniz, conhecido como “Pelego”, que também é alvo da operação. Ele cumpre prisão domiciliar, mas possui autorização judicial para acessar a sede da Prefeitura a fim de realizar despachos administrativos enquanto durarem as medidas determinadas pela Justiça.









O prefeito de Formosa da Serra Negra, Cirineu Costa (PL), apresentou recentemente uma nova defesa em resposta à ação que visa impugnar sua candidatura à reeleição.