
A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar um débito previdenciário de R$ 503.668.255,31 da Prefeitura de Imperatriz e apurar a possível prática do crime de apropriação indébita previdenciária. A investigação foi aberta em 21 de maio de 2026, após representação da Receita Federal, e tramita no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em razão do foro do prefeito Rildo Amaral (PP).
O gestor e o secretário municipal responsável pelas áreas de Administração e Finanças deverão ser ouvidos como investigados. A auditoria da Receita Federal apontou que o débito, formalizado em julho de 2025, não havia sido pago nem parcelado até a abertura do inquérito.
Em nota, a Procuradoria-Geral do Município informou que a dívida é referente ao exercício de 2024, período anterior à atual gestão, e afirmou que adotou medidas para apurar responsabilidades, incluindo uma tomada de contas especial, representação ao Ministério Público Federal e uma ação por improbidade administrativa.
O ex-prefeito Assis Ramos declarou que não é citado nas investigações e afirmou que, durante sua administração, foram negociados parcelamentos de débitos previdenciários herdados de gestões anteriores. Já o ex-prefeito Sebastião Madeira não se manifestou sobre o caso até a última atualização das informações.




