
O Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que não houve qualquer desvio de recursos dos precatórios do Fundef pelo Governo do Maranhão e determinou o arquivamento da representação apresentada pelo Ministério Público junto ao órgão.
A decisão reforça o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que já havia homologado, em 2024, acordo autorizando o uso de 40% dos juros moratórios em despesas públicas gerais e 60% destinados aos profissionais do magistério.
O relatório técnico do TCU confirmou a aplicação legal dos valores e afastou as acusações de uso indevido das verbas da educação e de suposta ligação entre a empresa Vigas Engenharia e familiares do governador Carlos Brandão.
De acordo com o TCU, os recursos aplicados pelo Estado incluindo R$ 13,2 milhões destinados à Vigas Engenharia são provenientes da parcela dos juros moratórios e, portanto, não vinculados exclusivamente à Educação.
O órgão também destacou que a fiscalização das licitações cabe ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) e ao Ministério Público Estadual.
As conclusões desmontam denúncias e narrativas políticas que tentavam associar o governo maranhense a irregularidades inexistentes.
Tanto o TCU quanto o STF reafirmaram a legalidade da gestão dos recursos, encerrando mais um capítulo de acusações infundadas contra a família Brandão.









