
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta terça-feira (17) pela condenação dos deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA) em um processo que investiga um esquema de cobrança de propina relacionado à liberação de emendas parlamentares.
A Procuradoria-Geral da República acusa os parlamentares de terem solicitado cerca de R$ 1,6 milhão em vantagens indevidas para liberar aproximadamente R$ 6,6 milhões em recursos destinados a municípios, principalmente para a área da saúde.
No mesmo dia em que o tribunal alcançou maioria para condenação, que pode resultar em prisão e perda de mandato, Josimar publicou nas redes sociais um vídeo de um pastor afirmando que ele seria um “escolhido”, em tom religioso.
A postagem foi divulgada justamente durante o avanço do julgamento no STF, que analisa a responsabilidade dos parlamentares no suposto esquema de corrupção envolvendo emendas federais.

