Ações da bolsa da China perdem grande valor de mercado

O mercado de ações da China sofre um duro impactos da crise bancária nos EUA e na Europa e, de acordo com o jornal South China Morning Post, de Hong Kong, os principais índices de ações nas bolsas locais perderam US$ 422 bilhões.

Só o índice MSCI China, que acompanha 712 ações listadas no país e no exterior, caiu 1,1% neste mês até a última quarta (15) e perdeu todo o seu rali de 18% acumulado em 2023, eliminando US$ 353 bilhões em valor de mercado desde seu pico em 27 de janeiro.

Já o Nasdaq Golden Dragon China Index, com 63 empresas e um valor combinado de US$ 295 bilhões, enfraqueceu 4,6% em março, trazendo o índice de volta ao seu nível em 30 de dezembro. Cerca de US$ 69 bilhões sumiram e foi revertido todo o ganho de 24%. segundo informações analisadas pelo Infomoney.

Os investidores lutam com as consequências das falências de bancos nos EUA neste mês, especialmente do Silicon Valley Bank, e tiveram sua confiança abalada pela crise no Credit Suisse.

EUA convocam embaixador russo após colisão de caça com drone americano

Os Estados Unidos convocaram o embaixador da Rússia em Washington, Anatoly Antonov, para se manifestar em protesto sobre o incidente envolvendo um drone americano e caças russos sobrevoando o Mar Negro.

O embaixador Antonov foi chamado depois que as Forças Armadas dos EUA anunciaram que um caça russo colidiu com um drone na manhã de terça-feira (14).

Os EUA disseram que dois jatos russos despejaram combustível e voaram à frente do drone antes de um deles atingir a hélice da aeronave não tripulada.

Autoridades das Forças Armadas dos EUA disseram que tiveram de fazer o drone descer em águas internacionais por terem perdido o controle do aparelho.

Moscou nega a colisão. Antonov disse a repórteres, no Departamento de Estado dos EUA, que lhe disseram que as ações dos pilotos russos não foram profissionais.

O embaixador negou que tenha ocorrido qualquer contato entre as aeronaves russas e americana sobre o mar, e disse que não foram usados armamentos pelos caças russos.

O embaixador disse que a Rússia não deseja qualquer confronto com os EUA e chamou o incidente de uma “provocação” de Washington.

Há preocupação de que o incidente possa aumentar a tensão entre os EUA e a Rússia.

PF pode entrar com pedido de prisão contra Bolsonaro

A Polícia Federal estuda solicitar prisão contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL, que está na Flórida, nos Estados Unidos, desde 30 de dezembro do ano passado.

Bolsonaro é alvo de investigação no STF – Supremo Tribunal Federal por suposto envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. A justificativa está prevista no artigo 302 do Código de Processo Penal, sustentada na “evasão do distrito da culpa”, como requisito para fundamentar a prisão cautelar de uma pessoa investigada.

Informações dão conta de que a eventual prisão já está considerada por agentes da corporação e pode ocorrer caso Bolsonaro não retorne ao Brasil até o mês de abril.

O caso das joias oriundas do governo saudita também mira o ex-presidente.

EUA pedem que seus cidadãos saiam da Rússia imediatamente

Os Estados Unidos enviaram comunicado para que seus cidadãos que deixem a Rússia imediatamente, em momento de tensão causada pela guerra na Ucrânia e o risco dos mesmos sofrerem violações no âmbito dos direitos humanos. O comunicado foi compartilhado nesta segunda-feira, 13.

“Os cidadãos americanos que residem ou viajam na Rússia devem partir imediatamente. É preciso exercer maior cautela devido ao risco de detenções injustas. Não viajem para a Rússia”, disse a embaixada dos Estados Unidos em Moscou.

A embaixada ainda afirmou que “serviços de segurança russos prenderam cidadãos norte-americanos sob acusações espúrias, apontaram cidadãos norte-americanos na Rússia por detenção e assédio, negaram-lhes tratamento justo e transparente e os condenaram em julgamentos secretos ou sem apresentar provas confiáveis”, ainda em nota.

Sobre o cenário descrito em nota, ele está relacionado com o fato da Rússia ter aberto um processo criminal contra um cidadão dos Estados Unidos por suspeita de espionagem, segundo o Serviço Federal de Segurança (FSB) do país, em informação divulgada no último mês.

 

EUA fazem teste com míssil intercontinental

Os militares dos Estados Unidos disseram nesta terça-feira (16) que realizaram um teste de um míssil balístico intercontinental Minuteman III. A base de Vandenberg, responsável pelo lançamento, não informou para onde o míssil foi direcionado.

O teste foi realizado com atraso de duas semanas para evitar tensões crescentes com Pequim durante a demonstração de força da China perto de Taiwan no início deste mês (2).

O Minuteman III, com capacidade nuclear, fabricado pela Boeing Co., é fundamental para o arsenal estratégico dos militares dos EUA. O míssil tem um alcance de mais de 9.660 kms e pode viajar a uma velocidade de aproximadamente 24.000 km/h.

O teste mostrou “a prontidão das forças nucleares dos EUA e fornece confiança na letalidade e eficácia do poderio nuclear do país”, disse um comunicado militar dos EUA.

EUA discutirão com a Rússia possível troca de prisioneiros que inclua Brittney Griner

O governo dos Estados Unidos discutirá com a Rússia sobre uma troca de prisioneiros que inclua a estrela do basquete Brittney Griner, afirmou nesta sexta-feira (5) o secretário de Estado, Antony Blinken.

Um tribunal russo condenou na quinta-feira a jogadora americana de basquete a nove anos de prisão por tráfico de drogas.

“O ministro das Relações Exteriores (da Rússia, Serguei) Lavrov afirmou esta manhã (…) que estão dispostos a participar em uma troca de presos. E vamos buscar isto”, disse Blinken durante uma reunião com chanceleres de países do sudeste asiático no Camboja.

A prisão e a sentença contra Griner, condenada na quinta-feira (5) a nove anos de prisão, ressaltaram o “uso de detenções ilícitas por parte de Moscou para promover sua própria agenda”, acrescentou Blinken, que criticou o uso de “indivíduos como peões políticos”.

Em uma entrevista coletiva no Camboja, Lavrov declarou que a Rússia está disposta a “discutir o tema, mas apenas no âmbito do canal (de comunicação) que foi estabelecido pelos presidentes (Vladimir) Putin e (Joe) Biden”.

“Há um canal especial acordado pelos presidentes e, apesar de algumas declarações públicas, segue funcionando”, acrescentou Lavrov.