Yglésio questiona coincidência e diz que advogado do assassino do Tech Office também defende acusados da Sinfra

Durante discurso na Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (11), o deputado estadual Yglésio Moyses (PRTB) chamou atenção para uma coincidência que, segundo ele, não é mera casualidade.

O parlamentar afirmou que o mesmo advogado que atua na defesa de Gibson Cutrim acusado de assassinar um empresário no caso conhecido como “assassino do Tech Office” também representa servidores investigados por falsificação de documentos na Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), ligados ao PCdoB.

Para Yglésio, a coincidência revela uma possível conexão política e financeira entre os dois casos.

Ele afirmou que a probabilidade de um único advogado assumir defesas tão distintas é mínima e sugeriu que ambos os processos têm interesses comuns.

O deputado acusou o grupo comunista de oposição de tentar criar instabilidade política no Maranhão e de agir para proteger aliados envolvidos em escândalos.

Jornalista Marcelo Vieira processa advogado Pedro Barradas por alegações de fraude empresarial e financeira

O jornalista Marcelo Vieira, conhecido por manter um blog de notícias no Maranhão, anunciou sua intenção de ingressar com uma ação judicial contra o advogado Pedro Alexandre Barradas Silva, bastante conhecido na cidade de São Luís.

As alegações de Vieira estão relacionadas a um episódio envolvendo a utilização de seu nome como sócio de uma empresa e um empréstimo de alto valor.

Conforme as declarações de Marcelo Vieira, Pedro Barradas teria utilizado seu nome como sócio da empresa de revenda de gás denominada “P. A. B. Silva & Cia LTDA”, com o nome fantasia “Rosário Comércio e Serviços”, para obter um empréstimo junto à agência do Banco do Brasil localizada no município de Rosário, no ano de 2020.

A situação teria começado quando o primo de Marcelo abriu uma revenda de gás em Rosário e, devido a algumas restrições financeiras, solicitou que Vieira entrasse como sócio temporário da empresa enquanto seu primo resolvia as questões pendentes. Durante esse período, em 2020, a empresa teria solicitado um empréstimo em nome da companhia, requerendo a assinatura de Marcelo Vieira para a transação.

Marcelo Vieira, acreditando na justificativa apresentada por Barradas, de que os fundos seriam utilizados para uma operação financeira legítima, assinou os documentos necessários. No entanto, ele alega que apenas descobriu o verdadeiro problema quando o banco começou a cobrar as parcelas em atraso, meses após a transação ter ocorrido, e, pior ainda, o Banco do Brasil cortou todas as suas linhas de crédito pessoais e seus cartões.

O jornalista afirma ainda que a quantia do empréstimo não permaneceu na conta da empresa “Rosário Comércio e Serviços”, mas foi prontamente transferida para a conta pessoal de Pedro Barradas, sugerindo que a empresa e sua assinatura foram utilizadas para a obtenção de um empréstimo pessoal.

A situação se arrasta há mais de dois anos sem uma resolução aparente, uma vez que, de acordo com Marcelo Vieira, o advogado Barradas empregou todos os meios judiciais disponíveis para atrasar o processo de negociação. Como resultado, o nome de Marcelo está prejudicado, sem crédito e manchado, acarretando prejuízos consideráveis.

“O advogado tem me evitado e não responde às minhas mensagens há meses. Ele utiliza interlocutores para informar que ainda está negociando com o banco”, revelou Marcelo Vieira.

Nossos esforços para contatar Pedro Barradas foram em vão até o momento. O espaço permanece aberto caso o advogado deseje se pronunciar sobre o assunto ou enviar uma nota de esclarecimento.