
No último dia do prazo legal, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sancionou o Orçamento de 2026, aprovado pelo Congresso Nacional, com previsão total de R$ 6,54 trilhões.
No entanto, o chefe do Executivo vetou cerca de R$ 400 milhões em emendas parlamentares, sob a justificativa de inconformidades legais, uma vez que os dispositivos não constavam na proposta orçamentária originalmente encaminhada pelo governo.
A decisão gerou reação imediata no Congresso. A expectativa é de que deputados e senadores articulem a derrubada do veto para recompor os recursos. O líder do Solidariedade, Áureo Ribeiro (SD-RJ), afirmou que as emendas são fundamentais para a estruturação do sistema de saúde nos municípios.
Já o líder da Oposição, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), classificou o veto como equivocado, enquanto o líder do PDT, Mario Heringer (PDT-MG), alertou que a medida pode gerar desgaste político para o governo nas votações ao longo do ano legislativo.
