SET acusa Braide de calote em subsídios e mais de 30 bairros ficam sem ônibus em São Luís

A crise no transporte público de São Luís se agravou nesta segunda-feira (17) com a entrada em greve dos rodoviários da Expresso Marina, que se juntaram aos trabalhadores da empresa 1001, parados desde sexta-feira.

Com salários atrasados, motoristas e cobradores cruzaram os braços e deixaram mais de 30 bairros sem atendimento.

O Sindicato dos Rodoviários confirma que a paralisação seguirá até que haja solução para o pagamento dos trabalhadores.

A Prefeitura afirma que as empresas estão circulando com apenas 80% da frota e, por isso, não irá repassar 100% do subsídio previsto, além de prometer custear corridas por aplicativo para a população afetada.

Já o Sindicato das Empresas de Transporte (SET) acusa o município de não cumprir o acordo firmado no TRT-MA e afirma que o débito chega a R$ 7 milhões, comprometendo o pagamento de salários e a manutenção da operação.

O impasse se aprofunda enquanto o prefeito Eduardo Braide exige a circulação total da frota para liberar o subsídio integral, e as empresas alegam que sem o repasse não conseguem operar plenamente.

Com a falta de entendimento entre gestão municipal, SET e trabalhadores, o risco de colapso total no sistema de transporte segue crescente na capital.

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