
Uma ocorrência registrada na Delegacia de Polícia Civil de São José de Ribamar, nesta quarta-feira (1º), trouxe à tona uma grave denúncia feita por Danyele Costa Ferreira contra o companheiro Diody Maicow Costa.
Segundo o boletim, o homem saiu de casa por volta das 8h levando a filha do casal, Dellany, de apenas um ano, com a justificativa de comprar um sapato para a criança. No entanto, ele não retornou e deixou de manter contato.
Ainda de acordo com o registro policial, Danyele tentou entrar em contato com Diody durante todo o dia, mas não obteve resposta. Somente às 6h da manhã seguinte, o homem respondeu a uma ligação, afirmando que não voltaria mais, que seguiria sua vida com a filha e que deixaria o carro da comunicante no estacionamento de um supermercado no bairro Maiobão. O casal estaria em processo de separação.
Nas redes sociais, Danyele relatou que essa não foi a primeira vez que enfrentou problemas semelhantes. Ela contou que já havia registrado um boletim de ocorrência e pedido medida protetiva contra o companheiro em 2024, após uma briga. Na ocasião, chegou a retirar a denúncia ao tentar reatar a relação. “Eu recebi algo dele falando que ele está há um ano planejando levar minha filha de mim”, afirmou em vídeo publicado na internet.
A mãe acusa ainda o companheiro de ter se apropriado do veículo que pertencia a ela. Inicialmente, Diody teria dito que apenas abandonaria o carro, mas, segundo Danyele, ele chegou a vender o automóvel a terceiros. “Assim como ele é pai, eu sou mãe, e ele não deveria ter tirado minha filha desse jeito. Isso tem que ser resolvido na justiça”, destacou em sua fala.
Diody Maicow Costa se defendeu nas redes sociais afirmando ser um bom pai, que abriu mão do trabalho para cuidar da filha e que a criança está em boas mãos. Ele relatou já ter sido vítima de tentativa de assassinato, violência doméstica, traição e ameaças de facção criminosa, além de declarar que não pretende voltar ao Brasil, dizendo que só aceita resolver a situação conforme as leis islâmicas do país onde está, e não pelas leis brasileiras.
